terça-feira, 11 de setembro de 2007

Director's Cut

Manhã desperdiçada em viagens de metro, autocarro e contacto com portugueses daqueles que proferem frases dignas de sketches do gato fedorento:
"Essa rua não sei onde é mas é ali para cima."
"Se eu que sou o segurança não sei, então na secretaria também não devem saber"
"São só 11h mas a minha colega já saiu para almoçar e só ela é que recebe esses impressos. Pode ser que volte às 14h. Quer esperar?"

Se quando morremos temos de ver o filme das nossas vidas, será que não se pode ver uma versão editada e deixar de fora todas as horas desperdiçadas à espera de transportes, na casa de banho e a aturar gente burra?
Ou seja, em termos mais filosóficos, para o Além Divino, será que o tempo tem todo o mesmo valor ou é subjectivo como para nós?

1 comentário:

Nuno Pires disse...

Frases tipicamente portuguesas :p

Ah ah!