

É sempre tão giro ver o meu trabalho nos expositores! Estou especialmente satisfeito com a capa do Kafka.






O Kenneth Elvebakk afinal já não vem a Lisboa ao Festival Queer (vamos lá dar uma forçinha a ver se o nome pega) apresentar o seu documentário "Hullabaloo", o tal sobre a equipa gay de andebol. É uma pena, mas tem a boa desculpa de ter começado a filmar um novo documentário, desta vez sobre os Drag Kings da Noruega.






Confesso que nunca tinha tido curiosidade de ler D. H. Lawrence até hoje ter posto as mãos nesta fenomenal edição da Penguin. A capa é um mimo e a introdução de Doris Lessing (uma das minhas Grandes-Referências-Literárias-Com-Vénia) é de uma lucidez entusiasmante. O osso da coisa será roído nos próximos dias.

Não foi intencional, mas os desencontros de horários das companhias aéreas baratuchas fizeram com que, a caminho da Croácia, passasse 4 dias em Munique. Afinal acabou por ser uma excelente oportunidade para conhecer uma cidade rica, linda e simpática e percebi perfeitamente porque é que a revista Monocle (monoclemagazine.com) a elegeu recentemente como a melhor cidade do mundo para viver. Para ser sincero, eu mudava-me já amanhã. E nem precisaria de melhor desculpa que as padarias alemãs...


Foi ocasião para conhecer a fabulosa Pinacoteca que tem quadros mais ao meu gosto que muitos outros grande museus que já visitei. Vi finalmente o "monge à beira mar" de Caspar David Friedrich que é daquelas obras que em qualquer reprodução passa despercebida mas ao vivo nos esmaga com o génio.
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